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Frequência recomendada para a limpeza de caixas d'água e cisternas: um compromisso com a saúde pública

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A limpeza regular de caixas d'água e cisternas é uma medida essencial para garantir a qualidade da água consumida nas residências, comércios, indústrias e instituições públicas. Apesar disso, ainda há muita desinformação sobre a periodicidade ideal dessa manutenção preventiva. A negligência pode comprometer a potabilidade da água e gerar riscos à saúde da população, como a ocorrência de surtos de doenças de veiculação hídrica.

Por que limpar caixas d'água e cisternas?
Com o passar do tempo, é natural o acúmulo de sedimentos, lodo, ferrugem e micro-organismos no fundo e nas paredes dos reservatórios de água. Esse ambiente pode se tornar propício à proliferação de bactérias, fungos e parasitas que comprometem a qualidade da água.

Entre as doenças que podem ser transmitidas por água contaminada estão diarreia, hepatite A, leptospirose, giardíase e febre tifoide. A prevenção é simples: limpeza regular e adequada dos reservatórios.

Normas e orientações oficiais
De acordo com a recomendação do Ministério da Saúde, a limpeza de caixas d'água e cisternas deve ser realizada, no máximo, a cada seis meses. Essa periodicidade é indicada para reservatórios de uso doméstico ou coletivo, como em escolas, hospitais e condomínios. Em ambientes de maior vulnerabilidade sanitária, como unidades de saúde, creches e cozinhas industriais, a limpeza pode ser exigida com mais frequência.

Já a NBR 5626/2020, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), orienta que o sistema predial de água potável deve ser inspecionado periodicamente, e os reservatórios devem passar por limpeza e desinfecção sempre que houver indício de contaminação.

Fatores que influenciam na frequência da limpeza
Algumas variáveis podem exigir que a limpeza seja feita em intervalos menores:

-Localização: regiões com muita poeira ou sujeira no ar tendem a contaminar mais rapidamente os reservatórios.

-Tipo de cobertura: caixas mal vedadas ou expostas facilitam a entrada de detritos e animais.

-Qualidade da água recebida: redes de abastecimento com altos níveis de ferro, manganês ou turbidez aumentam o acúmulo de sedimentos.

-Tipo de uso da água: cisternas utilizadas para consumo humano requerem cuidado redobrado em relação àquelas voltadas apenas para uso não potável, como irrigação ou lavagem.

Como deve ser feita a limpeza?
A limpeza de reservatórios deve ser feita por profissionais qualificados, utilizando escovas de cerdas macias, panos limpos e hipoclorito de sódio para a desinfecção. É fundamental remover completamente os resíduos do fundo, lavar bem as paredes internas e garantir o enxágue antes de reabastecer.
Além disso, recomenda-se que o reservatório seja vistoriado para verificar a integridade da tampa, das conexões e da impermeabilização, prevenindo infiltrações e contaminações futuras.

Responsabilidade e legislação municipal
Algumas cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm legislação específica que obriga a limpeza de reservatórios em condomínios e edifícios comerciais com periodicidade comprovada. Empresas e condomínios que descumprem a norma estão sujeitos a autuações pela vigilância sanitária.

Manter caixas d'água e cisternas limpas é uma questão de responsabilidade com a saúde e o bem-estar da comunidade. A Hidrosam oferece serviços especializados de limpeza e desinfecção de reservatórios, com equipe treinada, equipamentos adequados e produtos certificados, garantindo a segurança hídrica que você precisa. Seguir as normas e manter uma rotina preventiva é o melhor caminho para garantir uma água limpa e segura todos os dias.

Autor: Assessoria de Comunicação.
Fonte: Hidrosam.