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Dia Mundial da Água: O desafio da segurança hídrica no século XXI

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A água é essencial à vida, ao desenvolvimento econômico e à estabilidade ambiental. Embora cerca de 70% da superfície do planeta seja coberta por água, apenas aproximadamente 2,5% é doce — e menos de 1% está disponível para consumo humano direto. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 2,2 bilhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso à água potável gerida de forma segura, o que evidencia que a segurança hídrica permanece como um dos maiores desafios globais do século XXI.

O Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, reforça a importância da gestão sustentável dos recursos hídricos e integra o compromisso com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 6 (ODS 6), que visa assegurar disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos até 2030.

Panorama global e mudanças climáticas
Relatórios internacionais indicam que aproximadamente 74% da população mundial possui acesso à água potável gerida com segurança, índice que ainda deixa bilhões de pessoas expostas a riscos sanitários. A pressão demográfica, a poluição dos mananciais, o desperdício e os impactos das mudanças climáticas — como secas prolongadas e eventos extremos de chuvas — ampliam a vulnerabilidade hídrica em diversas regiões.

A segurança hídrica não se resume à quantidade de água disponível, mas envolve também qualidade, regularidade no abastecimento, infraestrutura adequada e proteção dos ecossistemas.

A realidade brasileira
O Brasil concentra cerca de 12% da água doce superficial do planeta, mas enfrenta desigualdades regionais marcantes.
De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA):

- Cerca de 84% a 85% da população brasileira é atendida por rede de abastecimento de água;
- Nas áreas urbanas, o índice ultrapassa 93%;
- Nas áreas rurais, o acesso é significativamente inferior;
- As perdas de água tratada nos sistemas de distribuição podem ultrapassar 38% a 40%, representando desperdício de bilhões de litros por ano.

Além disso, aproximadamente 17 milhões de brasileiros não recebem água diariamente, enfrentando intermitências no abastecimento. Esses dados demonstram que, mesmo em um país com grande disponibilidade hídrica, o desafio está na gestão eficiente, na infraestrutura e na universalização dos serviços.

Região Norte: abundância e vulnerabilidade
Na Amazônia, onde se concentra a maior bacia hidrográfica do planeta, os desafios assumem características próprias. Apesar da abundância de recursos hídricos, muitas comunidades enfrentam dificuldades relacionadas a:

- Tratamento inadequado da água;
- Ausência de infraestrutura de saneamento;
- Contaminação por resíduos;
- Impactos de eventos climáticos extremos.

A segurança hídrica na Região Norte exige soluções técnicas adaptadas à realidade amazônica, combinando conhecimento ambiental, engenharia sanitária e responsabilidade socioambiental.

Hidrosam e segurança hídrica
A Hidrosam promove a segurança hídrica por meio de soluções técnicas responsáveis e sustentáveis.
A atuação da empresa envolve:

- Perfuração e regularização de poços artesianos com critérios técnicos e ambientais rigorosos;
- Implantação e manutenção de sistemas de tratamento de água;
- Monitoramento da qualidade da água conforme parâmetros legais;
- Limpeza e desinfecção de reservatórios;
- Consultoria e licenciamento ambiental;
- Gestão adequada de resíduos, prevenindo a contaminação de solos e mananciais.

Mais do que executar serviços, a Hidrosam contribui para a proteção dos recursos naturais, a saúde pública e a sustentabilidade empresarial, alinhando suas práticas às normas ambientais vigentes e às diretrizes nacionais de saneamento.

A Hidrosam considera a água é um ativo estratégico para o desenvolvimento econômico e social — especialmente em uma região como a Amazônia, que ocupa posição central no debate climático global.

Autor: Assessoria de Comunicação.
Fonte: hidrosam.com.br.