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O papel da sanitização e desinfecção na reabertura das escolas

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A retomada das atividades nas diversas cidades brasileiras, neste momento de pandemia, vem ocorrendo com bastante cautela. Isso se intensifica quando se fala nos negócios educacionais, pois crianças e profissionais terão contato próximo. O papel da sanitização e desinfecção na reabertura das escolas será fundamental.
Por isso, os responsáveis por essas instituições devem se atentar aos principais pontos que envolvem essa questão.

Sanitização e desinfecção na reabertura das escolas
As escolas terão que passar por uma longa etapa de sanitização e desinfecção em uma frequência alta, pois estarão lidando com a saúde pública infantil. Os gestores têm consciência disso e devem procurar por soluções neste sentido.
São inúmeras as práticas que deverão ser adotadas, sendo que elas são recomendações das autoridades públicas. Veja algumas:
- Limpar maçanetas, corrimões, interruptores de luz e outros objetos e superfícies compartilhados com álcool 70%, bem como as mãos que tocarem esses locais;
- Recomendar que os profissionais da limpeza a façam de cima para baixo, do fundo para a porta, e do mais limpo para o mais sujo em um único sentido;
- Higienizar pisos e banheiros com água sanitária diluída em água no mínimo duas vezes ao dia;
- Utilizar álcool 70% em todas as superfícies.
Essas recomendações fazem parte de normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e também de outras leis brasileiras.

Observância das normas sobre o tema
Durante a pandemia, diversas leis e normas federais entraram em vigor para recomendar a sanitização e desinfecção de locais públicos e privados acessíveis aos públicos. As escolas não ficam de fora dessas recomendações.

A Nota Técnica nº 34/2020 da ANVISA, por exemplo, faz “recomendações e alertas sobre procedimentos de desinfecção em locais públicos realizados durante a pandemia da COVID-19”.
Apesar de abordar locais públicos, as autoridades municipais vêm editando normas semelhantes destinadas a escolas e outros equipamentos com grande circulação de pessoas. Isso porque as evidências apontam que o vírus pode permanecer viável por horas e até dias em certas superfícies.
Para combatê-lo, as medidas de sanitização e desinfecção são essenciais. Enquanto a sanitização remove microrganismos, sujeiras e impurezas, diminuindo o número e o risco de propagação, a desinfecção utiliza produtos químicos para matá-los.

A Portaria nº 1.565/2020, do Ministério da Saúde, estabelece orientações gerais de prevenção, controle e mitigação da transmissão da COVID-19. Enquanto isso, a Portaria Conjunta nº 20/2020 (Ministério da Saúde e Ministério da Economia) estabeleceu medidas no mesmo sentido, mas com o viés dos ambientes de trabalho, de modo a proteger os trabalhadores.

Com tantas normas a serem observadas, é compreensível que o gestor não dê conta de gerir todas elas. Neste cenário, pode ser muito benéfico escolher uma empresa especializada em sanitização e desinfecção de ambientes para realizar as práticas de limpeza.

A escolha por uma empresa especializada em sanitização e desinfecção
A sanitização e desinfecção de ambientes externos depende da utilização de alguns produtos específicos. Álcool 70% é o mais famoso, mas é possível utilizar produtos à base de hipoclorito de sódio ou cálcio (concentração de 0.5%), alvejantes com hipoclorito de sódio ou cálcio, peróxido de hidrogênio 0.5%, ácido peracéco 0,5%, quaternários de amônio (Cloreto de Benzalcônio 0.05) e desinfetantes com ação virucida.

O grande problema é que há riscos específicos decorrentes da utilização desses produtos desinfetantes. Lesões severas na pele e no olho, irritação das vias respiratórias são apenas alguns exemplos.

Para evitar essas questões e realizar uma eficiente sanitização e desinfecção na reabertura das escolas, o melhor é contar com especialistas. Eles farão o diagnóstico da área a ser trabalhada para criar estratégias para a aplicação dos produtos mais indicadas. Por fim, emitem uma certificação assinada pelo responsável químico, dando mais segurança ao gestor escolar.

Autor: Empresas Minister.
Fonte: Empresas Minister.