A qualidade da água consumida começa no reservatório. Mesmo quando fornecida por rede pública tratada, a água pode sofrer contaminação se as caixas d’água e reservatórios não receberem manutenção adequada. Em regiões de alta umidade e intensas chuvas, como a Amazônia, a atenção preventiva deve ser redobrada.
Segundo a Ministério da Saúde, a água destinada ao consumo humano deve atender aos padrões estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, que define critérios microbiológicos e físico-químicos rigorosos. No entanto, a manutenção das estruturas internas de armazenamento é de responsabilidade dos usuários e gestores prediais.
Contaminação invisível: um risco silencioso
Reservatórios mal vedados ou sem limpeza periódica podem acumular:
- Sedimentos;
- Biofilmes bacterianos;
- Insetos e pequenos animais;
- Resíduos orgânicos;
- Algas e fungos.
A presença de coliformes totais e Escherichia coli na água indica contaminação fecal e pode causar doenças gastrointestinais, hepatites e outras infecções.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças relacionadas à água contaminada ainda figuram entre as principais causas de enfermidades evitáveis no mundo.
Mesmo sistemas urbanos consolidados podem apresentar risco quando não há manutenção interna adequada.
Periodicidade recomendada
A recomendação técnica é que a limpeza e desinfecção de caixas d’água e reservatórios sejam realizadas a cada seis meses, ou em intervalos menores quando houver:
- Períodos de chuva intensa;
- Obras na rede de abastecimento;
- Interrupções prolongadas no fornecimento;
- Suspeita de contaminação.
Em condomínios, empresas, indústrias e estabelecimentos comerciais, a manutenção preventiva é ainda mais crítica, considerando o volume de pessoas atendidas.
Período chuvoso exige atenção redobrada
Durante as chuvas intensas, aumentam os riscos de:
- Infiltração por tampas mal vedadas;
- Entrada de água contaminada;
- Proliferação de insetos vetores;
- Alteração da qualidade físico-química da água.
Além disso, o acúmulo de resíduos nas coberturas pode facilitar a entrada de impurezas no sistema.
Em cidades com alta pluviosidade, a prevenção é essencial para evitar surtos de doenças de veiculação hídrica.
Dados nacionais e infraestrutura
Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), o Brasil ainda enfrenta desafios significativos na universalização do saneamento básico. Embora cerca de 85% da população tenha acesso à rede de abastecimento, isso não elimina a responsabilidade local pela conservação da água armazenada.
As perdas no sistema de distribuição podem ultrapassar 38%, e interrupções no fornecimento favorecem o armazenamento prolongado — situação que exige maior controle sanitário interno.
Saúde começa pela água
A Hidrosam atua com rigor técnico na limpeza e desinfecção de reservatórios, seguindo protocolos sanitários e utilizando produtos autorizados pelos órgãos competentes.
Os serviços incluem:
- Inspeção estrutural do reservatório;
- Remoção de sedimentos e resíduos;
- Desinfecção com dosagem técnica adequada;
- Vedação e orientação preventiva;
- Emissão de relatório técnico de execução.
A atuação profissional garante não apenas a limpeza, mas a segurança sanitária e a conformidade com normas vigentes. A Hidrosam compreende que a prevenção é um investimento em saúde pública, qualidade de vida e responsabilidade ambiental.
A água é um recurso essencial, mas sua qualidade depende de cuidado contínuo. Reservatórios bem mantidos evitam doenças, protegem famílias e asseguram tranquilidade para empresas e condomínios.
Em um contexto de intensificação climática e aumento de eventos extremos, a manutenção preventiva torna-se ainda mais relevante
Autor: Assessoria de Comunicação.
Fonte: hidrosam.com.br.