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Volta às aulas: o ozônio nas instituições de ensino

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Em meio aos desafios trazidos pela pandemia de COVID-19, o setor da educação mostrou-se um dos mais afetados, tendo suas atividades paralisadas logo no início do mês de março de 2020. Após um ano de aulas à distância, começam os preparativos para a volta às aulas.

A volta aos encontros presenciais vem provocando polêmica, principalmente pela necessidade da criação de protocolos de higiene específicos para o ambiente escolar.

Neste momento, as instituições de ensino enfrentam o desafio de comprovar que possuem ambientes realmente seguros para evitar a contaminação do vírus da COVID-19.

Tal desafio não atinge apenas escolas de ensino básico. Escolas técnicas e instituições de ensino superior também discutem formas de possibilitar a volta às aulas presenciais, mesmo com a pandemia ainda em alta.

Mas afinal, como proporcionar um ambiente realmente higienizado e seguro para alunos, professores e colaboradores?

Recentemente, além das medidas de segurança já conhecidas, a utilização dos geradores de ozônio na desinfecção dos ambientes entrou para a lista das alternativas mais eficazes. Sua ação já foi comprovada contra o novo coronavírus.

NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO
As aulas remotas, ministradas por meio da internet, tornaram-se a realidade de milhões de alunos no país. Adaptar-se a um novo formato de educação foi uma tarefa difícil para alunos, professores e pais.

Além disso, foi preciso enfrentar também a falta de estrutura que impediu alguns alunos de terem acesso às aulas por falta de equipamentos como computadores e acesso à internet.

O ano atípico trouxe muitas incertezas para alunos de todas as idades e colocou em dúvida a real efetividade dessa metodologia de ensino. Questiona-se que a qualidade do conhecimento possa ter diminuído e prejudicado o aprendizado em diversos níveis.

Recentemente, foi publicado um estudo intitulado “Impacto da Covid-19 no ensino básico privado no Brasil”, que afirma que 66% dos pais entrevistados encontraram dificuldades no ensino remoto. Além disso, 47% afirmam que a escola não está dando o suporte necessário. 54% deles declararam que possuem uma dificuldade moderada na experiência de ensino virtual.

As previsões para o ano de 2021 apontam a necessidade de preparar as escolas para receber os alunos, pois a volta às aulas presenciais mostra-se uma tendência muito forte.

Uma pesquisa feita pela Abepar (Associação Brasileira de Escolas Particulares) e Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de SP) apontou que 43% das instituições pretende atuar com aulas presenciais, enquanto 32% devem optar pelo modelo híbrido, 25% disseram que seguirão o Plano São Paulo. Nenhuma declarou que pretende adotar apenas aulas remotas.

COMO OFERECER ESCOLAS MAIS SEGURAS?
Garantir que todos os ambientes estejam sempre higienizados e prontos para receber os alunos certamente sempre faz parte do dia a dia dos profissionais de limpeza das instituições de ensino.

No entanto, diante de circulação de um vírus extremamente contagioso, é necessário investir em diversas ações e capacitar os profissionais para medidas ainda mais extremas. Também é importante que haja equipamentos e insumos necessários para que a desinfecção dos ambientes seja realizada com efetividade.

Entre as medidas de segurança que devem ser abordadas, destacamos a necessidade de estabelecer uma distância segura entre as mesas, assim como determinar através de placas indicativas que exista uma distância mínima entre as pessoas.

A entrada e saída dos alunos e o acesso dos pais e responsáveis deve ser monitorado pela escola, a fim de limitar ao máximo o número de pessoas que circulam nos corredores.

Sinalizações de chão, corredores e carteiras são indispensáveis para que todas as informações estejam à disposição de todos, para que seja possível também cobrar o cumprimento das regras.

Dispensers com álcool em gel devem estar espalhados por toda a escola, destacando sempre a importância da higienização das mãos e dos locais onde há contato com outras pessoas. Já os equipamentos de consumo de água, como bebedouros, precisam ser desativados, incentivando que cada um traga suas garrafas de casa.

Além disso, é importante sempre manter todos os ambientes arejados com ventilação natural. Portas e janelas precisam se manter abertas e o uso do ar-condicionado é desaconselhado, preferindo o uso de ventiladores.

A limpeza e desinfecção das superfícies das salas e demais espaços da escola devem ser feita logo após o uso com álcool 70%. Para potencializar a limpeza e também realizar a desinfecção do ar ambiente, indica-se também o uso do gerador de ozônio.

OZÔNIO: UM NOVO ALIADO NA DESINFECÇÃO DAS ESCOLAS
A utilização dos geradores de ozônio WIER nas escolas proporciona muitas vantagens. Ele pode ser amplamente usado em locais fechados como salas de aula, banheiros, laboratórios, bibliotecas, cozinhas e outros espaços comuns.

Ainda assim, vale lembrar que ele não substitui a limpeza convencional, mas a potencializa, pois atinge locais onde ela não alcança, fazendo uma desinfecção completa das superfícies e do ar do ambiente.

O ozônio é uma molécula com alto poder de oxidação. Ela tem a capacidade de combater micro-organismos que ameaçam a nossa saúde como bactérias, vírus e fungos. Além disso, ele também elimina maus odores em ambientes, como cheiro de mofo, animais, comidas e bebidas.
m testes recentes realizados em laboratório especializado, foi comprovado que a ação virucida dos geradores de ozônio contra o vírus SARS-CoV-2 (novo coronavírus), em ambientes fechados, foi de 99,34% para o modelo OZmini e de 99,96% para o modelo OZpro.

Em média, são necessários de 40 minutos a 1 hora para higienizar espaços como os de uma sala de aula. Por essa razão, é recomendado que a limpeza com ozônio seja realizada sempre ao final de cada turno.

Não é necessário nenhum tipo de produto químico para aplicar o ozônio. Ele é gerado automaticamente pelo equipamento através do oxigênio do ar. Basta ligá-lo na tomada.

É importante também ventilar o local após a aplicação para que não haja resquícios de ozônio residual no ambiente, já que ele é tóxico se inalado.

POR QUE OPTAR PELA LIMPEZA COM OZÔNIO?
Em tempos de pandemia, oferecer diferentes alternativas de higienização é um diferencial que traz uma maior sensação de segurança para todos os frequentadores da escola nessa volta às aulas.

Muitas instituições de ensino não podem abrir mão dos encontros presenciais, e garantir que todas as medidas de segurança estão sendo cumpridas é muito importante para que todos possam retornar em segurança.

Resguardada por laudos, a eficácia dos geradores de ozônio contra a COVID-19 foi comprovada e está à disposição das instituições que desejam proporcionar mais segurança para alunos, professores e colaboradores.

Além de prática, a higienização por ozônio não requer nenhum tipo de refil ou manutenção. A equipe de limpeza terá uma rotina ainda mais automatizada, pois o gerador de ozônio conta com funcionamento e desligamento automático.

Autor: Wier.
Fonte: Wier.